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Medusa gigante é encontrada em praia da Austrália. NOTÍCIAS OCEAN

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Espécie se assemelha à medusa Melena de León, que pode chegar a 2 m.
Segundo bióloga, esta espécie ainda não está classificada.

Uma medusa gigante apareceu esta semana em uma praia na Austrália, disseram cientistas nesta quinta-feira (6).

O animal, uma grossa massa viscosa de 1,5 metro de diâmetro, foi descoberto por uma família na praia de Hobart, na ilha da Tasmânia (Sul).

Segundo a bióloga Lisa Gershwin, da Comunidade Científica e Organização de Pesquisa Industrial do país, o animal assemelha-se à medusa Melena de León, uma espécie que pode alcançar dois metros de diâmetro.

“Conhecemos essa espécie, mas ainda não está classificada”, explicou Lisa à Agência France Presse. “No entanto, nunca havíamos visto uma tão grande, muito menos encalhada”, falou.

Segundo Lisa, os cientistas observam há semanas uma proliferação de grandes medusas nas águas da Tasmânia. No entanto, não foram divulgadas informações sobre razões que possam levar a este fenômeno.

Medusa é a fase adulta de uma água-viva. O animal marinho faz parte do filo cnidário e varia de tamanho. Um exemplar pode medir entre 2,5 centímetros e 2 metros.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/02/medusa-gigante-e-encontrada-em-praia-da-australia.html

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DIGA NÃO A MANABI

Por que isto é importante

A MANABI, nova empresa de mineração do mercado apresentou um projeto bastante ambicioso e que aguarda apenas os licenciamento para início das obras. Este consiste na extração de minério em Morro do Pilar (MG). Minério este, que será transportado através de um mineroduto que ligará Minas Gerais ao Espírito Santo, onde ainda será construído um porto para posterior exportação deste minério. EXPORTAÇÃO. E nós, ficamos com que??
Pra quem não conhece, o lugar escolhido para a instalação do porto é a vila de Povoação. Regência também será extremamente afetada. Lá é onde se encontra a Foz do Rio Doce, principal lugar do Brasil de tartarugas gigantes, natureza inigualável, presença de cetáceos (toninhas, rota de baleias jubarte). Ainda é conhecida por ser o pico do surf capixaba. 
Além disso, a região conta com diversas comunidades tradicionais como indígenas, quilombolas, pescadores artesanais.
Tudo isso trocado por degradação ambiental, gasto de água pura destruindo nossos aquíferos em minas gerais, pó preto, doenças respiratórias, marginalização das comunidades tradicionais, fim da pesca artesanal, e n outros impactos ambientais e sociais. 
Pra quem quiser conhecer mais sobre o projeto, segue o estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA) realizado pela empresa: http://licenciamento.ibama.gov.br/Porto/Porto%20Norte%20Capixaba%20e%20Mineroduto%20Morro%20do%20Pilar_Linhares/RIMA/RIMA_Morro-do-Pilar_Linhares_Porto-Norte_FINAL_13nov.pdf
Podemos notar diversas falhas no documento acima, como por exemplo nas alternativas locacionais, falta de identificação de cetáceos, nada sobre o Parque das Orquídeas na região de Degredo, icitiofauna subestimada, dentre outros.
A audiência pública aconteceu em Linhares-ES, no dia 31/01/14 e o povo já deu o grito: “FORA MANABI, NÃO TE QUEREMOS AQUI!!!!!!”. Detalhes da audiência, seguem no link:
http://seculodiario.com.br/15269/10/audiencia-do-porto-da-manabi-reforca-carater-contrario-ao-projeto-2

VAMOS NOS INFORMAR!!! O EIA está repleto de falhas, subestimando os efeitos sobre as comunidades tradicionais e sobre o ambiente. Não devemos deixar que algo dessa magnitude aconteça e destrua nosso ambiente colocando diversas espécies em risco, e que destrua nossas comunidades, nossa cultura!

Outros lugares já estão afetados por atividade portuária no nosso estado, e o estudo não prevê nenhum destes como alternativas locacionais, mostrando uma escolha arbitrária. A comunidade de Linhares já deu o seu grito, se mostrando totalmente contra o empreendimento. Conheça a situação, e ajude você também!

 
fonte: https://secure.avaaz.org/po/petition/IBAMA_Ajudenos_a_impedir_o_licenciamento_do_empreendimento_da_MANABI/?dGMZsdb

Extinção iminente para 25% dos tubarões e raias. Notícias Ocean

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Um estudo do Grupo de Especialistas em Tubarão, da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), descobriu que um quarto dos peixes cartilaginosos do mundo, ou seja, tubarões e raias, correm risco de extinção nas próximas décadas.

Esse número parece absurdo, mas é bastante certeiro. A pesquisa feita pelo grupo foi a primeira a examinar o estado destes peixes em mares costeiros e oceanos de todo o globo e revelou que 249 das 1.041 espécies conhecidas de tubarões, raias e quimeras estão em uma de três categorias de animais ameaçados de extinção da Lista Vermelha da IUCN.

Estudos anteriores documentaram sobrepesca de apenas algumas populações de tubarões e raias. “Agora sabemos que muitas espécies, não apenas os carismáticos tubarões brancos, enfrentam o perigo da extinção”, diz Nick Dulvy, pesquisador da Universidade de Simon Fraser (Canadá) e um dos coautores do estudo. “Não existem verdadeiros santuários para tubarões, onde eles estão a salvo da sobrepesca”.

Durante duas décadas, mais de 300 especialistas analisaram as 1.041 espécies em 17 oficinas do mundo todo, incorporando todas as informações disponíveis sobre sua distribuição, captura, abundância, tendências demográficas, uso de habitat, histórias de vida, ameaças e medidas de conservação.

Tubarões e raias estão em substancialmente maior risco de extinção do que muitos outros animais e têm o menor percentual de espécies consideradas seguras. Usando a Lista Vermelha da IUCN, os autores classificaram 107 espécies de raias e 74 espécies de tubarões como ameaçadas. Apenas 23% de todas as espécies foram rotuladas como “pouco preocupantes” no quesito preservação.

Os autores dizem que os principais pontos de extinção são o Indo-Pacífico (particularmente no Golfo da Tailândia), o Mar Vermelho e o Mar Mediterrâneo.

“As espécies maiores de raias e tubarões, especialmente as que vivem em águas relativamente rasas acessíveis à pesca, são as que estão em maior perigo. Os efeitos combinados da superexploração – especialmente para o lucrativo mercado chinês de sopa de barbatana de tubarão – e da degradação de habitat são mais graves para as 90 espécies encontradas em água doce”, explica Dulvy.

Arraias, incluindo a majestosa jamanta ou raia-diabo, estão em situação geralmente pior do que tubarões.

Porque salvá-los

De acordo com os pesquisadores do recente estudo, se compromissos para proteger estes peixes não forem feitos agora, há um risco real de que os nossos netos não sejam capazes de ver tubarões e raias em estado selvagem.

“Perder estes peixes será como perder capítulos inteiros de nossa história evolutiva”, afirma Dulvy. “Eles são os únicos representantes vivos da primeira linhagem com mandíbulas, cérebros, placentas e sistema imunológico dos vertebrados modernos”.

A mandíbula foi um ganho considerável na evolução das espécies. Muitos anos depois de já haver animais vertebrados, ela ainda não havia sido incorporada no crânio dos seres mais desenvolvidos. Esta vantagem anatômica foi adquirida no mar, e um dos “pioneiros da mandíbula” parece ter sido um ancestral do ser humano. Um estudo da Universidade de Dublin (Irlanda) concluiu que, há cerca de 290 milhões de anos, viveunas águas do planeta um peixe chamado Acanthodes bronni, o ponto inicial das mandíbulas, cujos parentes próximos mais vivos são os tubarões.

Além de serem parte da nossa história, a perda potencial das maiores espécies de tubarões é assustadora por várias outras razões. “As maiores espécies tendem a ter o maior papel predatório. A perda de predadores de topo afeta toda a cadeia alimentar marinha e tem um efeito de cascata nos ecossistemas marítimos”, esclarece.

43% das espécies de tubarões no litoral brasileiro estão ameaçadas de extinção. Se nada mudar, dezenas de espécies, cujas populações declinaram em até 90% nos últimos 20 anos, estarão extintas nas próximas décadas. A legislação do Brasil proíbe a “caça” de tubarões e permite sua pesca sob certas condições, mas a fiscalização é fraca (por exemplo, uma pesquisa de 2011 mostrou que 21% das nadadeiras de tubarão do mercado de Hong Kong vinham do Oceano Atlântico Ocidental, área que inclui o Brasil e que sugere que nossos pescadores estão envolvidos em atividade ilegal).

O Grupo de Especialistas em Tubarão da IUCN pede aos governos para proteger os tubarões, raias e quimeras através de uma variedade de medidas, incluindo proibição da captura das espécies mais ameaçadas, cotas de pesca com base científica e proteção de habitats-chave.

Fonte: http://hypescience.com/extincao-iminente-para-25-dos-tubaroes-e-raias/

II Debate sobre Portos de Águas Profundas e seus impactos

Na última sexta feira dia 29 de novembro, no Fórum Popular de Defesa de Vila Velha. Aconteceu o II Debate sobre o Porto de Águas Profundas e seus impactos, onde se procurou mostrar os impactos ambientais, econômicos e sociais que esse empreendimento irá causar, sejam eles positivos e negativos. Tivemos a presença significativa de  estudantes do curso de Oceanografia da UFES,  o que nos mostra o quanto a nossa geração se preocupa  com a cidade em que vivemos, e o interesse dos alunos em saber mais sobre o assunto de tanta relevância e assim tirarem as suas próprias conclusões.

 

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Att Diretoria de Comunicação

Limpeza do CACO 23.11.2013

No último sábado, dia 23 de novembro de 2013, aconteceu a limpeza do CACO e pela primeira vez, acompanhada de um delicioso café da manhã. O CACO é um espaço de todos, de interação, descontração e estudos.. Logo, um espaço de responsabilidade também de todos. Participe da próxima limpeza do CACO e ajude-nos a manter esse espaço que é nosso cada dia mais limpo e agradável.

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Estas falésias parecem o fim do mundo. Notícias Ocean 08.11.2013

Estas falésias parecem o fim do mundo.

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Localizada na Grande Baía Australiana, no sul da Austrália, fica a Planície de Nullarbor, o maior pedaço único de calcário do mundo, cobrindo uma área de 270.000 quilômetros quadrados e se estendendo cerca de 1.000 km de leste a oeste.

A área é tão plana que a estrada de ferro australiana Trans Australian Railway atravessa sua superfície por cerca de 483 km em uma linha completamente reta.

Na superfície da planície, existem áreas de pequenas depressões, nas quais chuvas esparsas dissolvem lentamente o calcário. Há também lugares onde cavernas subterrâneas ou sumidouros entraram em colapso para formar dentes na superfície. Mas, principalmente, a planície é horizontal e desprovida de árvores.

Nullarbor termina abruptamente na espetacular Bunda Cliffs, uma falésia composta de 200 quilômetros de precipício em torno da Grande Baía Australiana.

A base de cor branca é chamada de Wilson Bluff Limestone. Este material calcário foi formado como parte de um antigo leito marinho quando a Austrália começou a se separar da Antártida, 65 milhões de anos atrás. O Wilson Bluff tem até 300 metros de espessura, mas apenas sua parte superior é visível no Bunda Cliffs.

As camadas acima são de calcário cinza ou marrom esbranquiçados, ou rochas cristalinas. Algumas incorporam fósseis marinhos, incluindo vermes e moluscos, indicando a sua origem marítima. Outras camadas são compostas inteiramente de sedimentos marinhos (foraminíferos). As falésias são limitadas por uma faixa endurecida de areia trazida pelo vento entre 1,6 milhões e 100 mil anos atrás.

O penhasco possui 60 a 120 metros de altura e pode ser visto de vários pontos ao longo de estradas, mas é melhor apreciado a partir do ar. A Eyre Highway, principal ligação leste-oeste da Austrália, segue a linha da costa menos de um quilômetro do interior. A rodovia foi nomeada em homenagem a Edward John Eyre, que junto com John Baxter e três indígenas, partiu de Fowlers Bay em fevereiro de 1841 em uma tentativa de chegar a Albany, na Austrália Ocidental, através da planície Nullarbor. A falta de água e extrema dificuldade deu origem a um motim, e dois dos aborígenes atiram em Baxter e fugiram. Eyre e o terceiro aborígene, Wylie, continuaram sua jornada e completaram a travessia em junho de 1841. A estrada Eyre foi colocada no local exatamente um século depois, em 1941.

Ao longo de uma distância de 85 quilômetros da estrada, há cinco principais mirantes sobre as falésias. O ponto ocidental é o mais popular porque os visitantes podem caminhar até um pedaço de rocha que se projeta para fora do penhasco, oferecendo um ponto de vista privilegiado.

No extremo leste de Bunda Cliffs, há um mirante em Head of the Bight, onde os visitantes podem permanecer por horas vendo baleias no mar abaixo dos penhascos. Elas migram do mar antártico no outono e dão à luz a bebês em água costeira, permanecendo na vizinhança durante meses, enquanto os filhotes engordam.

CONFIRA AS IMAGENS AQUI :

http://hypescience.com/estas-falesias-parecem-o-fim-do-mundo/

Café Oceanográfico. Dia 04 de Novembro de 2013.

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O Café Oceanográfico é uma inciativa do C.A. de Oceanografia e colaboradores, com o objetivo de promover eventos extra classe, como exposição de pesquisas e projetos dos próprios estudantes da graduação, da pós, e convidados, e manter uma ponte entre os estudantes e profissionais das áreas relacionadas a Oceanografia. A apresentação em forma de bate bapo, clima descontraído, entre alunos, professores e profissionais, acompanhando de um café.

Att Diretoria de Comunicação


Notícias Ocean

Previsão Oceânica – Vitória/ES

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