A história de falésias brancas de Dover. NOTICIAS OCEAN

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As falésias brancas de Dover são frequentemente o primeiro vislumbre da Grã-Bretanha para as pessoas que chegam por mar do Sul. As falésias, que foram nomeadas como um “ícone da Inglaterra”, são um dos recursos naturais mais conhecidos do Reino Unido.

Formação de giz

A cor branca é o giz de que são feitas as falésias. Mais de 100 milhões anos atrás, a área que é agora o sul da Inglaterra foi coberta por um mar morno. Plâncton microscópico viveu nos níveis superiores deste mar, e quando eles morreram seus corpos afundou-se ao fundo do mar. Ao longo do tempo é construído em uma camada grossa e o peso da água pressionando para baixo no fundo do mar virou a lama rica em shell o soft rock conhecido como giz.

Idade do gelo

Grandes glaciares cortam as colinas de giz de cerca de 20 milhões anos atrás. A massa de terra da Grã-Bretanha foi separada do resto da Europa, quando a era glacial terminou há cerca de n/a anos, virou uma ilha de Grã-Bretanha e deixou as falésias expostas ao vento, a tempo e a erosão das marés.

Fósseis

Passado dos penhascos, como um ambiente marinho tem feito uma fonte rica de fósseis marinhos. Paleontólogos encontraram-se fósseis de várias criaturas do mar, incluindo uma variedade de frutos do mar e tubarões. As falésias são um protegido Site de especial interesse científico, que significa que não é permitido recolher fósseis das falésias-se. Caçadores de fósseis podem examinar as rochas que caíram das falésias.

Erosão

As estimativas do National Trust entre 2 e 5 cm de falésias são perdidas para erosão a cada ano. A confiança acredita que esta taxa de erosão só é susceptível de aumentar se o aumento dos níveis de mar. Outro problema são as quedas de cliff periódica que podem destruir um medidor de rock em um único incidente.

 

 

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Será que as sereias existem mesmo? NOTICIAS OCEAN

Seis fatos que justificariam a existência das sereias.

 

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Por Victoria Bembibre

Você já deve ter se perguntado se alguma criatura mítica ou fantástica existe de fato, ou se essas figuras são fruto da imaginação de algum louco ou artista. As sereias são seres descritos minuciosamente em relatos, livros e filmes, mas será que elas existem ou existiram em um passado remoto?

Uma das teorias é a Hipótese do Macaco Aquático: ancestrais mais ou menos próximos dos humanos teriam adotado, durante um certo período, um estilo de vida semiaquático na costa africana, seja pela necessidade de buscar alimento na água ou de defender-se de predadores.

De qualquer modo, esse fato pode ter influenciado sua evolução, gerando uma subespécie anfíbia, enquanto outros hominídeos mantiveram uma existência puramente terrestre.

Embora tenha sido abandonada ao longo dos anos, ao menos três estudiosos – Max Westenhofer, ideólogo, Sir Alister Hardy, biólogo marinho, e Elaine Morgan, escritora feminista – se dedicaram a desenvolver essa teoria.

Há múltiplas explicações que justificam a Hipótese do Macaco Aquático, entre elas:

1. O fato de sermos os únicos primatas que não tem o corpo totalmente recoberto por pelos, uma condição só existente em ambientes aquáticos ou subterrâneos.

2. Os humanos são os únicos mamíferos bípedes. Essa transformação não ocorreria facilmente na savana africana, onde evoluíram os primeiros homens. Já na água, o corpo humano tende a manter essa posição.

3. A respiração do ser humano é diferente da de outros mamíferos, já que temos a capacidade de controlá-la voluntariamente. Tal como os mamíferos marinhos, podemos inalar o ar necessário para mergulhar e depois voltar à superfície para respirar.

4. Assim como os mamíferos aquáticos, e ao contrário dos terrestres, os humanos possuem uma reserva de gordura que retêm durante todo o ano.

5. As lágrimas, a sudorese excessiva e a porção de pele que separa o polegar do dedo indicador sugerem antepassados aquáticos segundo os adeptos da teoria.

6. Por último, nossa facilidade de nadar, em comparação à falta de jeito de muitos mamíferos terrestres na água, sugere que evoluímos de seres aquáticos.

Os detratores descartam a teoria enfatizando, por exemplo, que existem muitos mamíferos aquáticos totalmente peludos, como lontras e castores. Por outro lado, nenhum mamífero aquático é bípede, e o mais importante, em nenhum momento foram encontrados vestígios fósseis que comprovem a existência de “macacos aquáticos” ou sereias.

No entanto, nos últimos anos, diversas pesquisas sugerem a possibilidade de existirem criaturas aquáticas com uma linguagem tão complexa como a do ser humano, o que fez ressurgir a hipótese das sereias.

Segundo novos estudos, alguns hominídeos podem ter passado por uma adaptação evolutiva ao ambiente aquático, transformando as duas pernas em uma cauda que lhes permitisse nadar com mais facilidade.

E você, no que acredita? Será que as sereias existem mesmo?

 

Fonte: http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/seis-fatos-que-justificariam-a-existencia-das-sereias/

 

SEJAM BEM VINDOS!!

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Cesariana de um quelônio.. ja ouviu falar?? NOTICIAS OCEAN

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A tartaruga Dabao, do zoológico de Chengdu na China, estava quieta e mal comia, o que preocupou seu cuidadores que a enviaram para veterinários, de acordo com a China Central Television. Foi constatado que a tartaruguinha tinha 14 ovos, e que alguns obstruíam a saída da cloaca, causando dor e impedindo que ela conseguisse depositar o restante. Eles então a enviaram para o Hospital 416, onde médicos que costumam fazer cesariana em humanos conseguiram realizar a cirurgia no animal. O plastrão (parte de baixo do casco) precisou ser aberto com um abridor de crânio, usado em cirurgias cerebrais, e, após a retirada dos ovos, foi fechado com resina epoxi. Os ovos foram enterrados na areia, para aguardar eclosão e a tartaruga melhorou.

 

Fonte: wwwbiodersongrapiuna.blogspot.com.br/

O SUMIÇO DAS CONCHAS NAS PRAIAS PODE ESTAR NAS SUAS MÃOS. NOTICIAS OCEAN

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BELEZA PARA DEIXAR NA AREIA

Pode parecer detalhe, mas, mesmo com aquecimento global e poluição, o sumiço das conchas pode estar em suas mãos
A cada ano que passa o número de conchas que aparecem nas praias, em especial as mais frequentadas, diminui. É o que pensam banhistas ansiosos pelas preciosidades e constatam artesãos que trabalham com as conchas como forma de arte e sobrevivência.

As teorias falam em aquecimento global, excesso de protetor solar na água, enfim, desequilíbrio ambiental. A questão pode ser bem mais simples do que essas especulações.

Dois pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) têm uma teoria, em análise ainda. Praias cada vez mais cheias de visitantes são também locais dos quais mais turistas levam recordações. O motivo pode ser a própria coleta.

– Conchas são o quarto item mais colecionado do mundo. Atrás apenas de selos, moedas e cédulas – explica a bióloga marinha Aimê Magalhães, especialista no estudo de moluscos e coordenadora do Departamento de Aquicultura da UFSC.

Observe, mas não leve para casa

Aimê defende que seja feita uma campanha no estilo “olhe, aproveite, bata foto e não leve para casa”. Não modificar esse ambiente, mesmo em áreas mais urbanizadas, ajuda a manter o equilíbrio tênue que há entre as espécies no local.

– Mesmo se o animal estiver morto ele tem uma função no ecossistema. A concha de alguns moluscos já mortos serve de casa, por exemplo, para um crustáceo conhecido como caranguejo ermitão, que a usa – diz o biólogo e oceanógrafo Alberto Lindner, que coordena o projeto Biodiversidade Marinha do Estado de Santa Catarina, executado pela UFSC.

Ele cita o que aconteceu em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. A região tinha uma população grande de uma espécie conhecida como Coral de Fogo e chegou a ser chamada de Oásis Coralíneos na década de 1960. E a coleta – para servir de rocha viva em aquário – praticamente acabou com essa beleza local.

Aconteceu em Santa Catarina também. Uma espécie de estrela do mar, mais alta e com aparência espinhosa teve a população reduzida pela procura para, seca e sem vida, enfeitar a parede de casas de praia. Agora é difícil de se encontrar nos mergulhos, afirmou o pesquisador.

Por isso os especialistas alertam: não remova nada quando for ao mar. Preserve.

Tem explicação:

1 – Ao pegar uma concha na praia, daquelas espiraladas, você pode estar prejudicando animais marinhos.

2 – O animal pode ainda estar ali dentro, tentando preservar a umidade, até que uma onda o devolva ao mar.

3 – A morte do animal vai provocar cheiro ruim e as conchas vão acabar parando no lixo. Duplo desperdício.

4 – Assim você pode privar um animal, como o caranguejo ermitão, de uma nova casa para sua sobrevivência.

5 – Ele usa as conchas abandonadas de animais mortos para a sua proteção, já que não possui uma carapaça tão rígida contra predadores.

6 – Para o meio ambiente, vale mais deixar essa beleza intocada.

7 – E você trocar sua coleção por uma de fotos de conchas.

thiago.santaella@diario.com.br 

THIAGO SANTAELLA

 

 

II MINI SIMPÓSIO OCEANOGRÁFICO, 15 de Fevereiro.

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No dia 15 de Fevereiro, no Auditório Décio Neves da Cunha , no prédio do IIC-2. Aconteceu o II Mini Simpósio  Oceanográfico onde o  tema central do evento  “Gerenciamento Costeiro” o qual foi  abordado ao longo do evento por meio de palestras que abordaram as diferentes áreas relacionadas às ciências do mar no ambiente costeiro. Agradecemos a presença dos palestrantes e de todos que compareceram. Esperamos vocês nos próximos eventos realizados por nós do Centro Acadêmico Capixaba de Oceanografia ( CACO).

Em breve estaremos postando um resumo do que foi discutido durante a mesa redonda.

II Mini Simpósio Oceanográfico

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Notícias Ocean

Previsão Oceânica – Vitória/ES

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